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quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Reunião ACINPREV de Outubro

A Associação das Consultorias de Investimento e Previdência (ACINPREV) realizou nesta quarta-feira (dia 5), das 13h30 às 17h30, uma reunião destinada aos seus associados e assessores com a participação de especialistas do segmento de RPPS, em São Paulo (Rua Joaquim Floriano, 100, 16º andar – Itaim Bibi).

Na ocasião, aconteceram debates e sugestões sobre o setor, tais como: revisão da Resolução 3922, alteração da Portaria MPS 519, procedimento de credenciamento, regulação das consultorias de investimentos, CRP - representatividade em lei, autorregulação e Consultorias de Previdência Complementar e Atuariais. Também foram apresentados o organograma da entidade, o IV Encontro dos Municípios com Desenvolvimento Sustentável (EMDS), o índice de equilíbrio atuarial do setor e, por fim, o primeiro livro “Coleção Acinprev”, de autoria da especialista Elza Aparecida Secomandi Donadelli, entre outros.

Sobre a ACINPREV

Presidida por Celso Steremberg, a ACINPREV é uma entidade sem fins lucrativos fundada em 2015 e que representa seus associados em assuntos de interesse do segmento, por meio da celebração de parcerias e convênios, sempre buscando estabelecer princípios éticos e de conduta para todo o setor.

Em razão da complexidade desse universo, principalmente no que tange à gestão dos recursos financeiros dos Regimes Próprios e à necessidade dos múltiplos conhecimentos nos mais diversos aspectos, surgiram as Consultorias de Investimento e Previdência, que fornecem o suporte, assessoram e prestam consultoria aos gestores dos RPPS, proporcionando as mais completas análises de mercado, estabelecendo e sugerindo a melhor política de investimentos.

Partindo desse princípio, a ACINPREV foi criada como uma entidade inovadora, visando a consolidar as iniciativas proativas das consultorias associadas.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Sucesso da ACINPREV em evento Previdenciário

No último dia 12, a ACINPREV marcou presença no “1º Debate Previdenciário”, realizado na sede da Associação dos Auditores Fiscais da Receita Municipal, em Porto Alegre (RS), e que recebeu cerca de 200 participantes.

Na ocasião, o presidente da entidade Celso Steremberg apresentou a palestra “O papel das Entidades de Classe na interlocução com o segmento. Ações e projetos para Fortalecimento dos RPPS”. Outro destaque foi a participação de Pery de Oliveira Neto, consultor CVM e sócio da FAHM Consultoria, que falou sobre as “Estratégias de gestão em fundos de investimento”.

Promovido pela FAHM, o evento teve o objetivo de compartilhar conhecimentos de profissionais que atuam no setor de previdência social, tais como atuários, consultores de investimentos, advogados previdenciários, gestores, entre outros.

As fotos abaixo mostram o sucesso do encontro.







terça-feira, 9 de agosto de 2016

Evento Previdenciário receberá presidente da Acinprev

Nesta sexta (dia 12), Celso Steremberg, presidente da Associação das Consultorias de Investimento e Previdência (ACINPREV), será um dos destaques do “1º Debate Previdenciário”, que será realizado em Porto Alegre (RS), na sede da Associação dos Auditores Fiscais da Receita Municipal. Na ocasião, ele apresentará a palestra “O papel das Entidades de Classe na interlocução com o segmento. Ações e projetos para Fortalecimento dos RPPS”, a partir das 14h30.

O evento visa compartilhar conhecimentos de profissionais que atuam no setor de previdência social, sejam atuários, consultores de investimentos, advogados previdenciários, gestores ou outros. Para isso, será apresentado um conjunto de temas para apoiar e estimular o processo de qualificação institucional dos RPPS gaúchos. Nesse primeiro encontro, o modelo proposto deverá promover uma maior interação e participação dos presentes, através de debates sobre gestão das Entidades de Previdência.

Sobre a ACINPREV

Fundada em 2015, a ACINPREV é uma entidade sem fins lucrativos que representa seus associados em assuntos de interesse do segmento, por meio da celebração de parcerias e convênios, sempre buscando estabelecer princípios éticos e de conduta para todo o setor.

Em razão da complexidade desse universo, principalmente no que tange à gestão dos recursos financeiros dos Regimes Próprios e à necessidade dos múltiplos conhecimentos nos mais diversos aspectos, surgiram as Consultorias de Investimento e Previdência, que fornecem o suporte, assessoram e prestam consultoria aos gestores dos RPPS, proporcionando as mais completas análises de mercado, estabelecendo e sugerindo a melhor política de investimentos.

Partindo desse princípio, a ACINPREV foi criada como uma entidade inovadora, visando a consolidar as iniciativas proativas das consultorias associadas.

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Reunião com o Ministro da Educação


Leonardo Rolim, Consultor de Orçamento da Câmara de Deputados, e Celso Steremberg, da ACINPREV,  foram recebidos pelo Ministro da Educação Mendonça Filho, em Brasilia, para discutirem sobre a otimização da Gestão da Previdência.

Na ocasião Celso Steremberg apresentou a empresa da qual é sócio, a CRÉDITO & MERCADO EDUCAÇÃO EXECUTIVA, e a importância da formação e profissionalização da Direção e Conselheiros dos Regimes Próprios de Previdência Social.  Na audiência também foi entregue ao Ministro o estudo AÇÕES E PROJETOS PARA FORTALECIMENTO DO SEGMENTO.

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Seminário Nacional de Controle Externo

Com a presença de inúmeros sócios da ACINPREV, aconteceu no último dia 25 o “SEMINÁRIO NACIONAL DE CONTROLE EXTERNO – REGIMES PRÓPRIOS DE PREVIDÊNCIA”.

 O evento, realizado no Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, contou com a presença de mais de 400 convidados, em sua maioria RPPS atendidos por Consultorias associadas à ACINPREV. Na ocasião, também foi lançado o caderno “Fundos de Investimento para RPPS”.


Segundo Celso Steremberg, presidente da ACINPREV, “o evento foi da maior importância para todos que militam no segmento, em função dos temas apresentados e discutidos, além do alto nível dos palestrantes e convidados presentes”. Steremberg afirmou, ainda, que os órgãos reguladores estarão cada vez mais próximos da iniciativa privada em um processo de “compliance”, no qual a burocracia é uma coisa e a governança é outra. Sua única crítica foi em relação àquilo que costuma chamar de “chapa branca”, ou seja, ao formato do evento que só privilegiou os apresentadores, deixando muito pouco tempo ou quase nenhum para que a plateia pudesse fazer questionamentos sobre os temas apresentados.

segunda-feira, 16 de maio de 2016

O que é um fundo de investimento?

Não são poucos aqueles que acreditam que fundo de investimento é um produto financeiro criado e ofertado pelos grandes bancos, que por serem instituições sólidas, seguras, se responsabilizam integralmente por eventuais insucessos nas aplicações dos recursos do fundo.  Há também, os que creem que o resultado colhido pelo fundo no passado, é indicativo do resultado no futuro. Se alguma dessas pessoas decidir por esta alternativa de investimento, ao assinar o “Termo de Adesão” vai perceber que a realidade é diferente.

Juridicamente, um fundo de investimento é uma comunhão de recursos, constituída sob a forma de condomínio, destinado à aplicação em ativos financeiros. É, essencialmente, uma modalidade de investimento coletivo, em que os investidores ou cotistas se reúnem para a obtenção de um resultado financeiro conjunto. Portanto, um fundo de investimento pertence exclusivamente aos seus cotistas.

Para que o fundo exista, é necessário que haja um administrador, usualmente uma instituição financeira, que formalmente o constitui e define os seus objetivos, o público alvo, a política de investimentos, os ativos financeiros em que poderá investir, as taxas que cobrará pela prestação dos serviços e outras normas gerais de participação e organização. O conjunto de regras e informações são consolidadas em um documento específico e de conhecimento obrigatório dos cotistas, denominado “Regulamento”.

Ao criar um fundo de investimento, o administrador assume uma série de responsabilidades perante os cotistas e a Comissão de Valores Mobiliários – CVM, obrigando-se a prestar uma gama de serviços relacionados direta ou indiretamente ao bom funcionamento e à manutenção do fundo. Alguns desses serviços podem ser terceirizados. No entanto, os contratados para tal devem ser legalmente habilitados a exercer a atividade. Como exemplo, podemos mencionar a gestão da carteira de ativos, a consultoria de investimentos, as atividades de tesouraria, a distribuição das cotas para o público alvo, a escrituração de emissão e regate dessas cotas e a custódia dos ativos financeiros.

O administrador é o responsável pela correta elaboração e divulgação das informações periódicas e eventuais do fundo.  Deve contratar, obrigatoriamente, um auditor independente, registrado na CVM, para auditar as suas demonstrações contábeis. Deve também manter serviço de atendimento ao cotista, para prestar esclarecimentos e responder a eventuais reclamações. Nos informativos enviados aos investidores deve constar o endereço e o número do telefone desse serviço. É vedado ao administrador, em qualquer circunstância prometer rendimentos pré-determinados aos cotistas do fundo.

Por sua vez, o serviço de gestão da carteira de investimentos do fundo pode ser realizado pela própria instituição administradora, através de empresa pertencente ao mesmo grupo financeiro, ou ser por ela terceirizado para outras empresas, desde que, em ambos os casos, sejam credenciadas pela CVM como administradora de carteira de valores mobiliários.

Assim, o gestor é o responsável pelos investimentos realizados pelo fundo. Compete a ele a escolha dos ativos financeiros que irão compor a carteira. Desde que observados os limites de concentração por emissor e os limites por modalidade de ativo financeiro, estabelecidos na Instrução CVM Nº 555, que normatiza os fundos de investimento, bem como as perspectivas de retorno e risco, a compatibilidade com a política de investimento e os objetivos definidos no regulamento do fundo. É o gestor que decidirá quando e quanto comprar ou vender de cada ativo financeiro, emitindo, para isso, ordens de compra e venda em nome do fundo.

Somente podem compor a carteira de investimentos, ativos financeiros que sejam objeto de registro, em sistemas próprios e de custódia em instituições devidamente autorizadas pelo Banco Central ou pela CVM para desempenhar o serviço.

Dessa forma, o serviço de custodiante, que também pode ser terceirizado para empresa pertencente ao mesmo grupo financeiro do administrador, assim como para outras, é indispensável para o funcionamento do fundo. Os contratos de custódia devem, além de observar o que dispõe a regulamentação específica que trata da matéria, conter cláusula que estipule que somente as ordens emitidas pelo administrador, pelo gestor ou por seus representantes legais ou mandatários, devidamente autorizados, podem ser acatadas pela instituição custodiante e que vede a execução de ordens que não estejam diretamente vinculadas às operações do fundo.

Portanto, como vimos, o administrador e o gestor são os principais responsáveis pelo bom andamento de um fundo de investimento e pelo desempenho da sua carteira de ativos.

O administrador, como representante do fundo, deve figurar nos contratos em que celebra em seu nome, como interveniente anuente. Especificamente nos contratos relativos aos serviços de gestão da carteira do fundo, de atividades de tesouraria, de controle e processamento dos ativos financeiros e de escrituração de emissão e resgate de cotas, deve haver cláusula que estipule a responsabilidade solidária ente o administrador do fundo e os terceiros contratados, por eventuais prejuízos causados aos cotistas em virtude de condutas contrárias à lei, ao regulamento ou aos atos normativos expedidos pela CVM.

O administrador ainda responde por prejuízos decorrentes de atos e omissões próprios a que der causa, sempre que também agir de forma contrária aos preceitos acima mencionados.

Como normas de conduta, tanto o administrador, quanto o gestor, devem exercer suas atividades buscando sempre as melhores condições para o fundo, empregando o cuidado e a diligência que todo homem probo costuma dispensar à administração de seus próprios negócios, atuando com lealdade em relação aos interesses dos cotistas e do fundo, evitando práticas que possam ferir a relação fiduciária com eles mantida e respondendo por quaisquer infrações ou irregularidades que venham a ser cometidas sob sua administração ou gestão.

Exceto, pelo não cumprimento das responsabilidades dos administradores e gestores que foram apontadas, é fundamental que o investidor saiba, antes de aderir a um fundo de investimento, que eventuais prejuízos decorrentes do comportamento de seus ativos, tanto no mercado financeiro, quanto no de capitais, não podem absolutamente a eles serem atribuídos, sob a ótica da reparação. Constituem risco exclusivo do investidor.

A remuneração dos serviços de administração e gestão da carteira é feita através da cobrança da “Taxa de Administração”. É o principal encargo dos cotistas em todos os fundos de investimento. Embora seja calculada e divulgada como um percentual do Patrimônio Líquido do fundo, em base anual, é provisionada diariamente como despesa. Não há limites máximos nem, mínimos para essa taxa, o que torna importante uma pesquisa do investidor antes da adesão a qualquer fundo.

Há também a “Taxa de Performance”, que pode ser cobrada em alguns tipos de fundos, como forma de remuneração adicional do gestor por ter conseguido superar determinado referencial de rentabilidade, previamente estipulado no regulamento do fundo. Podem também ser cobradas taxas de entrada e saída do fundo, embora não seja usual.

O “Patrimônio Líquido”- PL de um fundo de investimento, é igual à soma de todos os ativos que compõem sua carteira, menos as despesas e provisões para despesas futuras. Por sua vez, a “Cota”, é a menor fração desse patrimônio e o seu valor é calculado dividindo-se o Patrimônio Líquido pelo total de cotas emitidas. Para o cálculo do PL, os fundos devem seguir um procedimento conhecido como marcação a mercado. Por esse método, os ativos que compõem a carteira do fundo devem ser diariamente avaliados a preços de mercado, seguindo regras específicas.

As cotas dos fundos são nominativas, sendo os cotistas identificados individual e nominalmente, e escriturais, já que são registradas em sistema eletrônico, sem a emissão de certificado físico. No momento da aplicação, o investidor recebe certa quantidade de cotas, com determinado valor e no resgate total ou parcial das aplicações feitas, recebe por cada cota o seu valor na data de conversão, que pode ou não coincidir com a data do efetivo pagamento.

Embora a maior parte das decisões administrativas e de investimento do fundo possa ser tomada pelo próprio administrador ou gestor, há questões que só os cotistas podem deliberar. A “Assembleia Geral de Cotistas” tem o objetivo de tomar decisões importantes quanto à administração do fundo, como alterações na política de investimento e no regulamento, aumento ou alteração na forma de cálculo das taxas de administração ou performance, substituição do administrador, gestor ou custodiante, entre outras. Anualmente, em até cento e vinte dias após o término do exercício social, os cotistas devem deliberar, em assembleia ordinária, sobre as demonstrações contábeis do fundo. Mas também poderá ser convocada uma assembleia extraordinária, para deliberar sobre outros assuntos de interesse do fundo ou dos cotistas.

O fundo de investimento, como alternativa de produto financeiro, possui importantes vantagens em relação às aplicações individuais. Cabe destacar a gestão profissional da carteira de investimentos, em que equipes especializadas se dedicam integralmente a analisar, avaliar, comprar e vender ativos financeiros.  Como também o poder de negociação dos gestores, que ao transacionar volumes maiores de recursos, acabam por obter condições mais vantajosas para o fundo.

Antes de aplicar, é fundamental que o investidor tome ciência do regulamento e da lâmina, que resume informações essenciais como a rentabilidade passada, a composição da carteira, as taxas cobradas e o nível de risco do fundo.

Também é importante que, ao aplicar em fundo que seja gerido por instituição de pequeno porte ou independente, o investidor verifique se os serviços de administração, gestão e custódia são realizados por diferentes instituições, na medida em que a segregação de funções, que fiscalizam-se mutuamente, aumenta a segurança do investidor. Nos fundos chamados estruturados, como os FIDIC’s, FIP’s e FII’s é normal a superposição de pelo menos duas dessas funções, por razões eminentemente técnica.

Os fundos de investimento mais comuns são os classificados como Fundo de Renda Fixa, Fundo de Ações, Fundo Multimercado e Fundo Cambial, normatizados pela Instrução CVM Nº 555. Como também os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios – FIDIC, Fundos de Participações – FIP e os Fundos Imobiliários – FII, regidos por instruções específicas.

quarta-feira, 20 de abril de 2016

A previdência e o longo prazo

A poucos dias, saiu em uma matéria do Jornal Nacional, o porque a reforma da previdência está na lista das primeiras necessidades do Brasil.

Na reportagem, foi feito um estudo de caso mostrando os efeitos do envelhecimento da população e da queda da natalidade em diversos países.

Segundo a matéria, para compensar a renda, muitos idosos se aposentam, mas continuam a trabalhar. Recebem salários 25% mais baixos que os mais jovens. Isso acaba afetando todo o mercado de trabalho. Puxa os salários e a oferta de vagas pra baixo.

Nos Estados Unidos, uma reforma feita nos anos 80 equilibrou a balança entre o número de aposentados e o número de trabalhadores ativos. Foi elevado gradualmente a idade mínima para aposentadoria plena de 65 anos pra 67 anos. Hoje, o saldo da previdência americana é de quase US$ 3 trilhões. Parece muito, mas já, já, em 2020, a balança vai ficar no zero a zero. Arrecadação igual ao gasto com benefícios. E em 2034, o dinheiro só vai dar pra pagar três quartos dos segurados. Esses são claros problemas de solvência no plano previdenciário.

Abordando um especialista em previdência,  o mesmo citou que pra evitar o déficit, só existem duas saídas: ou obrigar quem ganha mais a contribuir mais pro bolo, ou elevar a idade mínima pra aposentadoria plena.

Dos Estados Unidos pra Europa a discussão é a mesma.

Quase todos os países europeus já fizeram reformas pra elevar gradualmente a idade mínima para aposentadoria. A maioria dos trabalhadores vai deixar o mercado aos 65, 66 anos.

E foi justamente o rombo previdenciário um dos fatores que quebraram a Grécia. Lá, muita gente conseguia aposentadoria plena aos 55 anos. A reforma acabou sendo feita na marra e a idade vai pular pra 67 anos.

Já no Japão, que é o campeão mundial da longevidade com uma expectativa de vida de 84 anos a situação é bem mais complicada. É muito tempo pra viver da aposentadoria. Lá se tem, hoje, o problema que outras nações vão enfrentar no futuro. É a situação extrema: pouca gente para pagar cada vez mais aposentadorias.

É fácil perceber o problema: vemos a cada dia mais idosos e menos crianças. Como a população não se renova, o número de japoneses diminui. Em 2050, devemos ter uma população quase 23% menor do que é hoje. Menos gente para contribuir com os programas sociais mais solicitados. Por isso, está sendo elevada a idade mínima para aposentadoria, de 60 para 65 anos.

Brasil e o mundo com a mesma pauta e preocupação na questão previdência. Para os RPPS fica a necessidade de acompanhar a situação de solvência dos planos de benefícios, estudos de ativos x passivo. É um instrumento fundamental para a boa gestão previdenciária.

terça-feira, 12 de abril de 2016

A Pirâmide Previdenciária

Para que o sistema de aposentadoria funcione, precisa ter a forma de uma pirâmide. Na base, muitos jovens, que trabalham e pagam a Previdência. No topo, um número menor de pessoas, que recebem aposentadoria.

No Brasil, a pirâmide está ficando com a base estreita porque as mulheres têm menos filhos. Há 30 anos, eram quatro filhos para cada brasileira; hoje, 1,8. Além disso, a população brasileira está vivendo mais, o que faz o topo ficar mais largo. A tendência é que essa proporção aumente. E é fácil concluir o que acontece com uma pirâmide de cabeça para baixo.


Os brasileiros se aposentam em média perto dos 55 anos, mas a expectativa de vida, que era de 52 anos na década de 1960, hoje passa de 75 anos.

O governo gasta muito e os aposentados recebem pouco. Hoje, a maioria ganha o salário mínimo e poucos recebem o teto. Ainda é distante o sonho da plena aposentadoria.


As regras de aposentadoria variam para funcionários públicos, rurais e de empresas privadas. Alguns se aposentam por tempo de serviço, outros pela idade ou uma combinação dos dois critérios.


Muitos especialistas defendem que se crie uma regra única, com idade mínima para todos e que ela suba conforme o aumento da expectativa de vida da população. Isso ajudaria a evitar que a pirâmide desabe.

Hoje outro problema que temos é a excessiva dependência da Previdência Social.  Segundo um estudo feito por uma consultoria especializada, somente três em cada 100 brasileiros tem previdência privada.




Ao trabalhar também com a previdência privada, além de tirar a carga de alguma forma da Previdência Social, lá na frente, tanto o indivíduo ganha com benefício maior, quanto o país porque esses recursos são investidos.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Pensamento do Dia



"Habilidade é o que você é capaz de fazer. Motivação determina o que você faz. 
Atitude determina a qualidade do que você faz."

terça-feira, 5 de abril de 2016

Frase da Semana


"O Brasil não tem problema. 
Tem crises, por soluções adiadas. 
Na política, crise é o acúmulo pelos atrasos." 

Celso S.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

A PF e a Economia

Ao deflagrar a operação Lava Jato, em março de 2014, imaginava a Polícia Federal o efeito que ela teria sobre a economia do Brasil? Provavelmente não. Até porque a Polícia Federal tem que exercer a sua função constitucional na hora que julgar a mais oportuna, em função das investigações que conduz, independentemente dessa hora ser conveniente ou não para quem quer que seja e independentemente do que ou de quem possa ser atingido.
Para a Petrobrás o momento foi dos piores. Fragilizada financeiramente em consequência de uma política de preços imposta pelo governo, com o intuito de conter o processo inflacionário e comprometida com projetos e empreendimentos que não viriam a se sustentar, situação depois agravada com a queda dos preços do petróleo.

Dada a importância e o peso da Petrobrás na economia do Brasil, que já vinha tendo um desempenho ruim por conta dos erros cometidos na política econômica adotada, para o país o momento também foi dos piores. Segundo estudo da consultoria Tendências, a operação Lava Jato deve ter tido um impacto negativo de 2,5% no PIB brasileiro, que em 2015 caiu 3,8%.  Obras paralisadas, cortes em programas de investimento e demissões de trabalhadores foram alguns dos efeitos indesejados, porém inevitáveis, gerados pela operação. 

terça-feira, 22 de março de 2016

quarta-feira, 9 de março de 2016

Pensamento da Semana

Uma figura de linguagem que está bastante conhecida no meio comercial é "fundos falsos". Por isso o constante receio dos investidores em analisarem alternativas de investimentos mais complexas, sem buscar analisar seus elementos técnicos.
Um fundo não tem como ser falso, se o investidor procurar analisar os ativos que o compõem, suas garantias, seu nível de exposição a risco e outros fatores. Por isso a importância da Educação Financeira. É preciso preparar cada vez mais as pessoas para sua entrada no mercado financeiro.
Na infância, enquanto minhas filhas se aconselhavam sobre quais profissões iriam seguir, sempre defendi que independente da escolha deveriam manter contínuo aprendizado sobre a matéria financeira.
Fico satisfeito ao ver que a Associação de Educação Financeira do Brasil (AEF-Brasil) incluirá na grade curricular das escolas públicas do ensino médio, disciplinas sobre educação financeira.
Uma iniciativa que faz parte do projeto Educação Financeira nas Escolas, conta com a parceria da Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC) e o Grupo de Apoio Pedagógico do Comitê Nacional de Educação Financeira (Conef).

Que venham cada vez mais iniciativas como esta, para preparar a sociedade a ingressar no mercado de capitais e incentivar o setor produtivo de nosso país.

terça-feira, 8 de março de 2016

Feliz Dia Internacional da Mulher

Construir vitórias e se superar sempre. As mulheres são assim e, por isso, inspiram tanto a gente.

Parabéns a todas as mulheres pelo seu dia e um parabéns especial as mulheres que fazem meu dia muito melhor.

Por um segundo surge um falso sentimento de culpa por não passar mais tempo com elas, mas no fundo tenho plena convicção que tudo que faço é pensando no melhor para as mulheres da minha vida.

Hoje deixo registrado o meu MUITO OBRIGADO para minha mãe, esposa e filhas. Feliz dia Internacional da Mulher.

quarta-feira, 2 de março de 2016

Frase da Semana



“Tente desarticular seu medo para dar ênfase aos seus objetivos! Parar com o falso sentimento que temos tempo perdido e correr atrás de nossos ideais. Sem pressão, apenas com a plena certeza de que somos capazes de superação todos os dias’’

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

ACINPREV – Avançando em seus objetivos

Patrícia Misson e Celso Sterenberg

Desde sua criação, é nítido o avanço substancial que a entidade tem conseguido obter, desde sua organização interna, como sua representatividade junto ao segmento, passos importantes para avançar nos objetivos que estão colocados.
A ACINPREV acredita no segmento dos Regimes Próprios e na possibilidade de contribuir para seu crescimento e fortalecimento através de nossas ações. Mais especificamente, busca consolidar um importante segmento de prestação de serviços para as entidades previdenciárias.
Hoje reunimos as maiores consultorias de investimentos do país. Todas com uma filosofia em comum: disseminar a cultura previdenciária e consolidar a qualidade de gestão destes Regimes.
O trabalho técnico e de total responsabilidade exercido por nossas empresas deve possuir regulamentações especificas a fim de melhorar a prestação de serviços para os usuários.
Este feito veio de encontro ao pleito de todos que militam a área e será de suma importância na valorização do segmento como um todo, trazendo a respeitabilidade e o reconhecimento fundamentais para que a profissionalização venha a cada dia mais se fazer presente em todo segmento.
‘’Representatividade para buscar objetivos comuns dos participantes deste mercado e levar melhoria ao RPPS que tanto necessita de nosso trabalho’’ – Esse é um ponto de destaque dado por Patrícia Misson, Sócia Diretora da empresa DMF Advisers e atual presidente da ACINPREV.
Ao seu lado, Celso Sterenberg, da Plena Consultoria de Investimentos , vice-presidente da Entidade, aponta que o que faltou nos últimos anos foi justamente um ambiente favorável para que discussões importantes pudessem ser conduzidas ‘’Faltava diálogo, todos com os mesmos objetivos, clientes com necessidades iguais, e uma concorrência que não defendia seu próprio segmento’’.
Em breve maiores informações sobre a última reunião da ACINPREV.