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segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Reunião com o Ministro da Educação


Leonardo Rolim, Consultor de Orçamento da Câmara de Deputados, e Celso Steremberg, da ACINPREV,  foram recebidos pelo Ministro da Educação Mendonça Filho, em Brasilia, para discutirem sobre a otimização da Gestão da Previdência.

Na ocasião Celso Steremberg apresentou a empresa da qual é sócio, a CRÉDITO & MERCADO EDUCAÇÃO EXECUTIVA, e a importância da formação e profissionalização da Direção e Conselheiros dos Regimes Próprios de Previdência Social.  Na audiência também foi entregue ao Ministro o estudo AÇÕES E PROJETOS PARA FORTALECIMENTO DO SEGMENTO.

quarta-feira, 20 de abril de 2016

A previdência e o longo prazo

A poucos dias, saiu em uma matéria do Jornal Nacional, o porque a reforma da previdência está na lista das primeiras necessidades do Brasil.

Na reportagem, foi feito um estudo de caso mostrando os efeitos do envelhecimento da população e da queda da natalidade em diversos países.

Segundo a matéria, para compensar a renda, muitos idosos se aposentam, mas continuam a trabalhar. Recebem salários 25% mais baixos que os mais jovens. Isso acaba afetando todo o mercado de trabalho. Puxa os salários e a oferta de vagas pra baixo.

Nos Estados Unidos, uma reforma feita nos anos 80 equilibrou a balança entre o número de aposentados e o número de trabalhadores ativos. Foi elevado gradualmente a idade mínima para aposentadoria plena de 65 anos pra 67 anos. Hoje, o saldo da previdência americana é de quase US$ 3 trilhões. Parece muito, mas já, já, em 2020, a balança vai ficar no zero a zero. Arrecadação igual ao gasto com benefícios. E em 2034, o dinheiro só vai dar pra pagar três quartos dos segurados. Esses são claros problemas de solvência no plano previdenciário.

Abordando um especialista em previdência,  o mesmo citou que pra evitar o déficit, só existem duas saídas: ou obrigar quem ganha mais a contribuir mais pro bolo, ou elevar a idade mínima pra aposentadoria plena.

Dos Estados Unidos pra Europa a discussão é a mesma.

Quase todos os países europeus já fizeram reformas pra elevar gradualmente a idade mínima para aposentadoria. A maioria dos trabalhadores vai deixar o mercado aos 65, 66 anos.

E foi justamente o rombo previdenciário um dos fatores que quebraram a Grécia. Lá, muita gente conseguia aposentadoria plena aos 55 anos. A reforma acabou sendo feita na marra e a idade vai pular pra 67 anos.

Já no Japão, que é o campeão mundial da longevidade com uma expectativa de vida de 84 anos a situação é bem mais complicada. É muito tempo pra viver da aposentadoria. Lá se tem, hoje, o problema que outras nações vão enfrentar no futuro. É a situação extrema: pouca gente para pagar cada vez mais aposentadorias.

É fácil perceber o problema: vemos a cada dia mais idosos e menos crianças. Como a população não se renova, o número de japoneses diminui. Em 2050, devemos ter uma população quase 23% menor do que é hoje. Menos gente para contribuir com os programas sociais mais solicitados. Por isso, está sendo elevada a idade mínima para aposentadoria, de 60 para 65 anos.

Brasil e o mundo com a mesma pauta e preocupação na questão previdência. Para os RPPS fica a necessidade de acompanhar a situação de solvência dos planos de benefícios, estudos de ativos x passivo. É um instrumento fundamental para a boa gestão previdenciária.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

ACINPREV – Avançando em seus objetivos

Patrícia Misson e Celso Sterenberg

Desde sua criação, é nítido o avanço substancial que a entidade tem conseguido obter, desde sua organização interna, como sua representatividade junto ao segmento, passos importantes para avançar nos objetivos que estão colocados.
A ACINPREV acredita no segmento dos Regimes Próprios e na possibilidade de contribuir para seu crescimento e fortalecimento através de nossas ações. Mais especificamente, busca consolidar um importante segmento de prestação de serviços para as entidades previdenciárias.
Hoje reunimos as maiores consultorias de investimentos do país. Todas com uma filosofia em comum: disseminar a cultura previdenciária e consolidar a qualidade de gestão destes Regimes.
O trabalho técnico e de total responsabilidade exercido por nossas empresas deve possuir regulamentações especificas a fim de melhorar a prestação de serviços para os usuários.
Este feito veio de encontro ao pleito de todos que militam a área e será de suma importância na valorização do segmento como um todo, trazendo a respeitabilidade e o reconhecimento fundamentais para que a profissionalização venha a cada dia mais se fazer presente em todo segmento.
‘’Representatividade para buscar objetivos comuns dos participantes deste mercado e levar melhoria ao RPPS que tanto necessita de nosso trabalho’’ – Esse é um ponto de destaque dado por Patrícia Misson, Sócia Diretora da empresa DMF Advisers e atual presidente da ACINPREV.
Ao seu lado, Celso Sterenberg, da Plena Consultoria de Investimentos , vice-presidente da Entidade, aponta que o que faltou nos últimos anos foi justamente um ambiente favorável para que discussões importantes pudessem ser conduzidas ‘’Faltava diálogo, todos com os mesmos objetivos, clientes com necessidades iguais, e uma concorrência que não defendia seu próprio segmento’’.
Em breve maiores informações sobre a última reunião da ACINPREV.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

CRIAÇÃO DA ACINPREV



No dia 28/07/2015 a ACINPREV - “ASSOCIAÇÃO DAS CONSULTORIAS DE INVESTIMENTO E DE PREVIDÊNCIA – ACINPREV”, com sede na cidade de São Paulo-SP, situada na Rua Dr. Renato Paes de Barros, 750 – Conj. 76 – CEP 04530-001 São Paulo – SP, foi devidamente registrada no Registro de Títulos e Documentos Civil e de Pessoa Jurídica, bem como o seu Código de Ética e Melhores Práticas.

Podem inscrever-se na Associação, na qualidade de Associadas, as empresas de consultoria de investimento autorizadas pela Comissão de Valores Imobiliários (“CVM”) e as empresas de consultoria de previdência autorizadas pelos respectivos órgãos de classe, cuja base predominante dos clientes sejam as entidades gestoras de Regimes Próprios de Previdência Social - RPPS.

A primeira diretoria da entidade é composta por:

Presidência:
1. Patrícia Misson (DMF ADVISERS)
2. Vice Presidência: Celso Sterenberg (PLENA)

Diretoria:
1. Raphael Silva (ALIANÇA)
2. Diego Siqueira (TRINUS)

Conselho:
1. Mario Falcão (PAR)
2. Roberto Elaiuy (PLENA)
3. Renato Di Matteo (DMF ADVISERS)
4. Thiago Costa Fernandes (ALIANÇA)
5. Giovanna Dutra (TRINUS)

APOIO AO MINISTRO CARLOS GABAS


A generosidade da seguridade social é um dos desafios a serem enfrentados pela previdência complementar brasileira. Em 1990 o Brasil gastava 5% de seu PIB com seguridade social, percentual que hoje é 9%. Somos o País que mais aumentou os gastos com seguridade nos últimos 15 anos.
O Governo entrega ao aposentado 86% da renda de quando a pessoa estava na ativa- isso dificulta muito o avanço da previdência complementar
A previdência complementar no Brasil equivale a somente 15% do PIB do País, contra 74% dos Estados Unidos.
Concordo com o ministro da previdência Carlos Gabas pelo esforço dele junto ao Congresso Nacional visando reformas na Previdência Nacional.

CVM ATENTA AOS INVESTIMENTOS DE RPPS


Em matéria publicada hoje (3/8) com o título “Governo Aperta Cerco a Regimes de Previdência” no jornal online VALOR ECONÔMICO foram citados como “Formato de Investimentos Duvidosos”, os seguintes Fundos: Morada, BVA, Cruzeiro do Sul, FP1 entre outros.
Para nós da PLENA CONSULTORIA DE INVESTIMENTOS, foi mais uma constatação de nosso profissionalismo e lisura, pois nenhum destes fundos estão presentes nas carteiras de nossos clientes.


Parabéns e nosso total apoio à supervisão preventiva da CVM, uma garantia maior para o investimento seguro dos RPPS.